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Ecchi &
Hentai
Ecchi
( エッチ ):
quando dirigido a uma pessoa ou a
um fato tem o mesmo significado de hentai
(tarado),
mas quando usado para objetos como adjetivo
(ex: revista ecchi), significa pornografia.
No
ocidente, a palavra é usada de outra forma:
a definição para ecchi é o que está
entre “normal” e “hentai” ; nisso se
inclui a nudez e os vários clichês que
tanto vemos nos animes. Enquanto
não mostrar os órgãos genitais, ou alguma
cena de sexo explícito (mesmo que censurados) podemos dizer que é ecchi.

Hentai
( 変態 ):
é uma palavra japonesa
para desenhos de teor pornográ- fico. Nos países
ocidentais, o termo é usado para se referir
em especial à pornografia nos estilos
japoneses de desenho (Mangá) ou animação
(Anime). No Oriente, a palavra hentai
significa metamorfose, anormalidade,
pornografia ou perversão sexual; nunca é
usado para referir a atividade sexual
"normal", nem qualquer
entretenimento de sexo explícito. Os
termos 18-kin (18禁,
literalmente "18-proibido"),
que significa "proibido a menores
de 18 anos", e seijin manga
(成人漫画,
"mangá para adultos" ) são
usados pelos japoneses nesse sentido.
Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ecchi
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hentai
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Nana, nenê...
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Diálogos
esdrúxulos
Eu: Vorbiţi romaneşte?
Ela: Vorbesc foarte puţin.
Eu: Ştiu să vorbesc foarte puţin
limba română!
Eu: Nu sunt sigur... :-(
Eu: Nu mă simt bine. Am febră,
am constipaţie.
Eu: Agora pode me mandar
ir tomar no cu.
Ela: Nada,
toma uma aspirina que passa, hehehe...
Bom
dia, Vietnã.
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Goya
Está
sendo anunciado o achado de três
desenhos de autoria de Francisco Goya,
após terem permanecidos perdidos por 130
anos.
Intitulados "El Arrepentimiento",
"Bajar Riñiendo" e
"El Alguacil Lampiños Cosido
Dentro de un Caballo Muerto", os
desenhos foram vistos em público pela última
vez em um leilão de desenhos de Goya
realizado em Paris em 1877. Os desenhos
serão leiloados em julho pela Christie's
de Londres, com lance inicial de cerca de
US$ 4 milhões.
Eu, que sempre adorei o trabalho de Goya e
sempre me interessei por coisas mórbidas,
perdi um pouco mais de tempo procurando
saber mais sobre -- obviamente --, a
terceira obra acima citada. Acabei
encontrando algumas informações curiosas
sobre ela no portal
Terra da Espanha, e traduzi pra vocês
abaixo:

"El
alguacil Lampiños cosido dentro de un
caballo muerto"
"El
alguacil Lampiños cosido dentro de un
caballo muerto", ou "O
oficial de justiça Lampiños costurado
dentro de um cavalo morto" em
português, que representa um homem no
interior de um cavalo rodeado de cães
ladrando e que é o "mais macabro dos
desenhos", segundo Christie's,
pertence ao álbum pessoal chamado Álbum
F, ou Imagens da Espanha,
executado entre 1912 e 1820.
Goya conta a história em um texto de seu
próprio punho e letra, ao pé do desenho.
"Em Zaragoza, em meados do século
passado, enfiaram um oficial de justiça
chamado Lampiños no corpo de um cavalo
morto e o costuraram; ele se manteve vivo
durante toda a noite". Esse
oficial de justiça era o carrasco de
estudantes, prostitutas e mulheres em
geral, e foi o povo que para vingar-se, o
apanhou e o costurou dentro de um cavalo,
conta a inscrição.
Um outro desenho sobre a morte de
Lampiños está no Metropolitan
Museum of Art
de Nova York, o que seguramente aumentará
o interesse pela obra.
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Moko Tattoing
|
Os Maori e a
prática do Moko

A ilha da Nova Zelândia é famosa pelas práticas de tatuagem de seu povo indígena, os Maori. Acredita-se que a prática do
Moko -- ou tatuagem -- foi levada para a Nova Zelândia pelo polinésios que para lá migraram. Tatuagens faciais Moko ainda são atualmente usadas pelos Maori que lutam para preservar a sua herança. Enquanto as tatuagens
polinésias foram utilizadas principalmente para identificar posições dentro da comunidade e da família, os Maori elevaram a prática a um status de fina arte. Em 1910 o
Moko foi registrado pelo historiador James Cowan, que escreveu que
"o termo utilizado para de um rosto desprovido de
Moko é papa-tea, que pode ser interpretado como corpo-nu ou, em outras palavras, um rosto sem qualquer decoração". Ocidentais têm sido conscientes da importância do
Moko para a cultura Maori desde o primeiro registro ilustrado de Sydney Parkinson, artista de James Cook em sua primeira viagem em 1769. Parkinson trouxe nada menos do que três exemplos de reproduções de tatuagens
Moko. Estes exemplos enalteciam tanto elementos lineares como curvilíneos.
Tatuar -- ou ta moko --, entre as tribos Maori, era uma atividade
predomi- nantemente masculina. Todas as tatuagens eram feitas em total silêncio, por especialistas do sexo masculino,
(tobungata-moko). Antes de iniciar o processo
ta moko, era observado pelos especialistas,
nos beneficiários da tatuagem, atributos como estruturas ósseas e faciais. Características únicas de alguns indivíduos seriam incorporadas
ao desenho. Uma vez que esses especialistas não estavam vinculados a uma única aldeia, tribo, ou mesmo separados por região, os estilos observados eram mais comumente vinculados a áreas culturais ou regiões pré-históricas,
ou seja, Ilhas do Norte e do Sul e áreas de fronteiras não
transcendidas por guerras tribais.
Embora a maior parte da tatuagem Maori seja geralmente considerada como sendo facial, outras áreas do corpo também foram sujeitas à prática da tatuagem. Tatuar o corpo era uma prática diferente da tatuagem facial ou
Moko. A tatuagem corporal foi feita através de métodos mais tradicionais por outros praticantes da Oceania. O pente ou
rake era o método mais comum e há indícios de utilização de cores como o vermelho e o azul, além do preto. A prática da tatuagem corporal estava geralmente restrita às áreas entre a cintura e os joelhos, incluindo nádegas, coxas e genitais.
O Moko corporal masculino era geralmente concluído enquanto a pessoa ainda era jovem. Em ambos os sexos o Moko corporal foi utilizado
tanto como uma marca para identificar a
chegada da puberdade, quanto para comemorar outros ritos de passagem e
realizações pessoais. Essa prática transcendeu sexos, embora fosse bem menos comum entre as mulheres.
O Moko corporal envolvia tanto redemoinhos em espirais nas nádegas quanto desenhos angulares e oblíquos nas coxas e parte superior das pernas. Esses desenhos
são uma reminiscência dos desenhos tatuados por outras culturas da Oceania,
embora a dupla espiral seja mais comumente associada a designs tradicionais Maori.
Apesar disso, a antiga prática do Moko, até ao final do guerras tribais, seja ou não devido às influências européias, acabaram por perder sua importância tradicional entre os homens. A chegada e a crescente influência de
missioná- rios na Nova Zelândia também levou à diminuição da prática,
que foi ampla- mente condenada por eles. Até o final dos anos 1860's a prática
do Moko masculino só fez diminuir.
Texto
traduzido por Jack Sk. de tatoosblog.com/maori-tatoos
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Decreto

Há mulheres que têm uma espécie de dom
natural pra me fazer ficar com cara de
hiena faminta. Susan
Wayland é uma dessas, que já foi
apresentada em outro post mas que abusa
tanto do direito de ser boa, que eu decidi
através de decreto que, a partir de hoje,
a menina vai ter direito a diversas
aparições neste cômodo coagulado da
blogosfera internérdica.
|
Presidência deste Blog
Casa Civil
Subchefia para Assuntos de Putarias
DECRETO Nº 1, DE 25 DE MAIO DE 2008.
O PRESIDENTE DESTE BLOG, no uso das atribuições que lhe confere ele mesmo no momento da criação desta porra em 17 de setembro de 2007,
DECRETA:
CAPÍTULO I
DAS NECESSIDADES FUNDAMENTAIS
Art. 1º Este Decreto regulamenta a obrigatoriedade de veicular, periodicamente, imagens, informações ou qualquer outra coisa relacionada à modelo Susan Wayland.
Art. 2º Para os fins deste Decreto, considera-se essencial o prévio conhecimento de que Susan Wayland e Sway são a mesma mulher.
Parágrafo único. Susan Wayland é linda, gostosa e perfeita, não sendo tolerável quaisquer denominações depreciativas referentes a essa musa loira alemã por parte de mulheres invejosas e/ou frígidas.
CAPÍTULO II
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 1º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
São Paulo, 25 de maio de 2008; 187º da Independência e 120º da República.
JACK SKELLINGTON |
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Fique
sabendo

Há uns dois ou três anos, num bar cujas
paredes fediam a fumaça de cigarro e a
bebida custava os olhos da cara e algumas
pregas do cu, um amigo surdo disse isso
pra uma mulher que esfregava os peitos na
cara dele pra conversar. Não sei exata-
mente qual era a dela, se pensava que todo
surdo deve ser tratado também como cego
pra fazer leitura labial, se era
simplesmente burra ou pistoleira mesmo,
mas de qualquer forma, é interessante
como certas informações grudam no
cérebro da gente como se fossem chiclete.
Ou como fedor de fumaça de cigarro, se
você preferir.
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Química VIII:
Serotonin

Química VIII: Serotonin - poesia experimental
de Jack Sk.
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Novo Símbolo
de Radiação Ionizante
 |
A Agência Internacional de
Energia Atômica (IAEA) e a
Organização Internacional de
Padronização (ISO) lançaram
este novo símbolo para advertir o
público sobre perigo de radiação.
Ele deve complementar o
tradicional trifólio, símbolo
internacional para a radiação. A
idéia do novo símbolo é
melhorar a segurança das aplicações
nucleares, proteção das pessoas
e do meio ambiente.
O símbolo deve ser
usado para as fontes categorias 1,
2, e 3 , definidas como fontes
perigosas capazes de causar morte
ou ferimentos sérios, incluindo
os irradiadores de
alimentos, irradiadores para o
tratamento do câncer e unidades
de radiografia industrial. O símbolo
deve ser colocado no dispositivo
que |
| contém
a fonte, como um aviso para que o
equipamento não seja desmontado
ou para que leigos se afastem do
mesmo. Será visível somente se
alguém tentar desmontar o
equipamento. O símbolo não será
colocado em portas de acesso a
sala do equipamento, embalagens
para transporte ou em containeres.
O novo símbolo de advertência de
radiação ionizante (ISO 21482)
é o resultado bem sucedido de uma
longa cooperação entre a IAEA e
a ISO e segundo o Secretário
Geral da ISO, será incentivada a
adoção rápida do símbolo pela
comunidade internacional. Muitos
fabricantes deste tipo de fontes
planejam usar o símbolo nas novas
fontes a serem fabri- cadas. Mas,
as estratégias para a aplicação
o novo símbolo nas fontes
categorias 1, 2, e 3 já
existentes ainda estão sendo
desenvolvidas pela IAEA e
futuramente serão divulgadas. |
Fonte:
Sociedade
Brasileira de Proteção Radiológica
|
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African
History
|

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| In Omaha, Nebraska on 28 September 1919 a mob of over five thousand Americans surrounded and attacked a county court house and seized an innocent African American accused of assaulting a ‘white’ girl. The mob mutilated him, shooting him over a thousand times before burning his body. Subsequently there were twenty five major race riots across the US in the last six months of 1919. The taking of 'trophy' photos was popular at this time |
| Em
Omaha, Nebraska, em 28 de setembro
de 1919, uma turba de mais de
cinco mil americanos cercou
e atacou o pátio de uma casa do
condado e julgou um inocente
afro-americano acusado de agredir
uma garota branca. O grupo atirou
no homem mais de mil vezes e
mutilou-o antes de atear fogo a
seu corpo. Subseqüentemente, esse
ato caracterizou-se como um dos 25
maiores tumultos raciais ocorridos
nos Estados Unidos nos últimos
seis meses de 1919. Realizar fotos
como troféu era um hábito muito
popular nessa época. |
|
¤
¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ |
|

|
| During the 1930s, the Ku Klux Klan were a public organisation with their members committing atrocities across America and not as previously assumed, confined to the Deep South. On 7 August 1930, an American mob seized two African American teenagers from a county court jail and armed with baseball bats, firearms, crowbars and other such weapons beat the two young men to death. The taking of 'trophy' photos was popular at this time. |
| Durante
os anos 1930 a Ku Klux Klan era
uma organização publica onde seus membros cometiam atrocidades
na América, mas não era de todo
reconhecida, uma vez que estava
confinada no extremo sul. Em 7 de
agosto de 1930, uma mobilização
americana julgou dois jovens
afro-americanos a partir do pátio
de uma prisão do condado e,
armados com bastões de beisebol,
armas de fogo, pés-de-cabra e
outros tipos e armas, agrediram os
dois jovens até a morte. Realizar
fotos como troféu era um hábito
muito popular nessa época. |
Fonte:
http://africanhistorymonth.ligali.org/index.php
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Pense duas
vezes...

...antes
de perguntar, praquele seu colega que usa
um brinco na sobrancelha
porque ele não faz um piercing no
cu. Você pode sentir-se agredido com a
resposta.
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Glauco Mattoso
|
A obra de Glauco Mattoso foi
praticamente toda criada com olhares
fetichistas. Até mesmo quando
traçou versos para bandas de rock
sua poesia deixa transparecer uma
aura de fetiche pela música.
Podófilo assumido, Glauco explorou
a cena do calouro submetido ao trote
na faculdade mais de uma vez.
Lembro-me de uma HQ publicada por
ele pela extinta Circo Editorial
(que publicou, entre outras coisas
fodas, a célebre Chiclete com
Banana, do Angeli) que
apresentava com detalhes essa mesma
situação. Mas os versos abaixo
tornam-se mais interessantes se
lidos sob a ótica descrita nas
notas finais, que demonstram as
teorias de Mattoso acerca do
masoquismo e do sadismo. |
ESTUDANTIL [1999]
O trote é tradição na academia,
mas já foi mais cruel na Idade Média.
A vida de calouro era a tragédia
do "escravo", enquanto o "dono" o usava e ria.
Sofri na própria carne essa agonia,
porém contrariei a enciclopédia
no dia em que tramei uma comédia
fingindo entrar naquela engenharia.
Calouro disfarçado, fui tratado
que nem um bicho, a chute, "Xô!" e chicote,
lambendo o veterano pé suado.
É claro que não fiz nenhum fricote!
Assim é que eu queria ser usado!
Fui eu quem lhes passou o maior trote!
Glauco Mattoso
NOTA 1: Biograficamente falando, ver o soneto 357. No livro MANUAL DO
PODÓLATRA AMADOR, GM narra em detalhe o episódio referido neste e no
outro soneto. Ver ainda os sonetos 350, 647/649 e 1021. A propósito de
estudantes, ver também o soneto 772. A
propósito de pés sujos, ver anotação ao soneto 401.
NOTA 2: No ensaio "A dor estratégica em Deleuze e Mattoso" (publicado na
revista COYOTE), Steven Butterman comenta este soneto nos seguintes
termos:
[O "Soneto Estudantil" de Mattoso é sem dúvida a expressão poética da
exaustiva pesquisa sociológica desenvolvida pelo autor no livro O
CALVÁRIO DOS CARECAS: HISTÓRIA DO TROTE ESTUDANTIL (1985) e pinta um
quadro onde, além de delinear claramente os papéis de senhor e escravo,
torturador e torturado, revela aparente concordância com a perspectiva]
[de que o masoquista, independen-
temente de gênero ou orientação sexual,
seria mais propriamente definido como manipulador que como vítima.]
[Como costumeiramente ocorre nos sonetos de Mattoso, o epítome da
expressão transgressiva só se manifesta amplamente no terceto final,
onde, neste caso, o poeta subverte a vitimização do novato no rito de
iniciação. Ele comemora sua bem-sucedida manipulação do opressor,
praticamente solicitando e dirigindo os abusos sofridos aos pés do
sádico veterano. Contrariamente ao senso comum de que o masoquista é uma
vítima, neste soneto a voz poética performa o enganoso papel do "calouro
disfarçado" que assume total comando da situação. De fato, a evidente
ironia do terceto final convida o leitor a uma pausa de reflexão acerca
da fluidez dos papéis de agressor e agredido. A "sacanagem" foi
revertida com êxito e o prazer do protagonista se locupleta no ato de
transformar o carrasco em cobaia e na afirmação da vantagem levada pelo
masoquista na transação.]
NOTA 3: Traduzido ao inglês por Akira Nishimura na versão abaixo.
STUDENT SONNET
Hazing is a tradition in the academy,
but it was more cruel in the Middle Ages.
The freshman's life was the tragedy
of the "slave," while the "master" used him and laughed.
I suffered in my own skin this agony,
but I contradicted the encyclopoedia
on the day I schemed a comedy
pretending I was taking engineering.
A disguised freshman, I was treated
like an animal, with kicks, "Shoo!" and whippings,
licking the veteran's sweaty foot.
Of course I didn't make any fuss!
That's how I wanted to be used!
It was I who played them the dirtiest trick!
Bibliografia: CENTOPÉIA, PEGADAS
Butterman, Steven F. - PERVERSIONS ON PARADE: BRAZILIAN LITERATURE OF
TRANSGRESSION AND POSTMODERN ANTI-AESTHETICS IN GLAUCO MATTOSO. San
Diego, Hyperbole Books [San Diego State University Press], 2005.
(acompanhado de versão ao inglês de Akira Nishimura)
COYOTE, Londrina, nº 2, inverno de 2002. p. 30-33.
Fonte:
Sonetodos
- Poesia completa de Glauco
Mattoso
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Dano cerebral
"Alguns
pesquisadores formaram a teoria de que os
serial killers têm danos
cerebrais ou outras anomalias que
contribuem para seus atos. Danos a áreas
como o lobo frontal, o hipotálamo, e o
sistema límbico podem contribuir para
agressão extrema, perda de controle,
perda de julgamento e violência. Henry
Lee Lucas, condenado por onze
assassinatos, tinha graves danos cerebrais
nessas áreas, provavelmente resultado de
abuso na infância, subnutrição e alcoolismo.
Arthur Shawcross, outro que matou onze
pessoas, tinha vários danos cerebrais,
incluindo duas fraturas no crânio. Na prisão,
sofria de dores de cabeça e desmaiava com
freqüência. Bobby Joe Long, condenado
por nove assassinatos, disse: 'Depois
que eu morrer, vão abrir minha cabeça e
descobrir que como dissemos, parte do meu
cérebro está preta, seca, morta'
[fonte: Scott]." 
Fonte:
howstuffworks
- Como
funcionam os serial killers
|
Serial Killers
Brasileiros
|
SERIAL
KILLERS BRASILEIROS
Alguns dos assassinos em série
mais famosos do Brasil,
por número de vítimas
|
Francisco
das Chagas Rodrigues de Brito
Número de vítimas: 42
Local dos crimes:
Altamira (PA) e São Luís (MA)
Período: 1989 a 2004 |
Marcelo
Costa de Andrade – O Vampiro de Niterói
Número de vítimas: 14 ou mais
Local dos crimes: Niterói
e Baixada Fluminense, Rio
Período: 1992 a 1993 |
Adriano
da Silva – O Monstro de Passo Fundo
Número de vítimas: 12 ou mais
Local dos crimes: Rio
Grande do Sul
Período: 2002 a 2004 |
Eudóxio
Donizete Bento
Número de vítimas: 10 ou mais
Local dos crimes: Presidente
Prudente (MG)
Período: 2000 |
José
da Paz Bezerra – O Monstro do Morumbi
Número de vítimas: 10 ou mais
Local dos crimes: São
Paulo
Período: 1970 |
Benedito
Moreira de Carvalho – O Monstro de
Guaianazes
Número de vítimas: 9 ou
mais
Local dos crimes: São
Paulo
Período: 1950 a 1953 |
Anestor
Bezerra de Lima – O Matador de Taxistas
Número de vítimas: 9 ou mais
Local dos crimes: São
Paulo e Minas Gerais
Período: 2004 |
Douglas
Baptista – O Maníaco de Santos
Número de vítimas: 8 ou mais
Local dos crimes: São
Paulo
Período: 1992 |
Wanderley
Antônio dos Santos – O Mestre Cão
Número de vítimas: 7 ou mais
Local dos crimes: Rio de
Janeiro
Período: 1995 |
Fortunato
Botton Neto – O Maníaco do Trianon
Número de vítimas: 7 ou mais
Local dos crimes: São
Paulo
Período: 1986 a 1989 |
Francisco
de Assis Pereira – O Maníaco do Parque
Número de vítimas: 7 ou
mais
Local dos crimes: São
Paulo
Período: 1997 a 1998 |
Paulo
Sérgio Guimarães – O Maníaco da Praia
do Cassino
Número de vítimas: 7
Local dos crimes: Rio
Grande do Sul
Período: 1998 |
Cirineu
Carlos Letang – O Matador de Travestis
Número de vítimas: 6 ou mais
Local dos crimes: São
Paulo
Período: 1992 e 1993 |
Osvaldo
Sonego – O Tarado de Tauí
Número de vítimas: 6 ou mais
Local dos crimes: São
Paulo
Período: 1996 |
Laerte
Patrocínio Orpinelli – O Andarilho de
Rio Claro
Número de vítimas: 6 ou
mais
Local dos crimes: São
Paulo
Período: 1996 a 1997 |
José
Vicente Matias – Corumbá
Número de vítimas: 6 ou
mais
Local dos crimes: Goiás
e Maranhão
Período: 2000 |
André
Luiz Cassimiro – O Estrangulador de Juiz
de Fora
Número de vítimas: 5 ou
mais
Local dos crimes: Minas
Gerais
Período: 1995 |
Edson
Isidoro Guimarães – O Enfermeiro da
Morte
Número de vítimas: 5 ou mais
Local dos crimes: Rio de
Janeiro
Período: 1999 |
João
Acácio Pereira da Costa
Número de vítimas: 4 ou mais
Local dos crimes: São
Paulo
Período: década de 1960 |
José
Augusto do Amaral – O Preto do Amaral
Número de vítimas: 3 ou mais
Local dos crimes: São
Paulo
Período: 1926 |
Febrônio
Índio do Brasil – O Filho da Luz
Número de vítimas: 2 ou mais
Local dos crimes: São
Paulo
Período: 1927 |
Francisco
Costa Rocha – Chico Picadinho
Número de vítimas: 2
Local dos crimes: São
Paulo
Período: 1996 e 1976 |
Fonte:
Revista Época, Edição 509 - 18/02/2008
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Trópico de
Câncer
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"Há bocetas que riem e bocetas que falam; há bocetas malucas e histéricas com o formato de ocarinas e há bocetas abundantes e sismográficas que registram o subir e baixar da seiva; há bocetas canibalistas que se abrem como fauces de baleia e engolem vivo; há também bocetas masoquistas que se fecham como a ostra, têm conchas duras e talvez uma ou duas pérolas dentro, há bocetas ditirâmbicas que dançam à mera aproximação do pênis e ficam inteiramente úmidas com o êxtase; há as bocetas porco-espinho que abrem seus espinhos e sacodem bandeirinhas no Natal; há bocetas telegráficas que praticam o código Morse e deixam a mente cheia de pontos e traços; há as bocetas políticas que estão saturadas de ideologia e que negam até mesmo a menopausa, há bocetas vegetativas que não apresentam reação a menos que você as puxe pelas raízes; há bocetas religiosas que cheiram como Adventistas do Sétimo Dia e estão cheias de contas, minhocas, conchas, excrementos de carneiro e de vez em quando migalhas de pão seco; há as bocetas mamíferas que são forradas com pele de lontra e hibernam durante o longo inverno, há bocetas feitas de pura alegria que não têm nome nem antecedente e estas são as melhores de todas, mas para onde voaram elas? E depois há a boceta das bocetas, que é tudo e que chamaremos de superboceta, porque não é desta terra, mas daquele brilhante país para onde fomos há muito tempo convidados a voar."
Henry
Miller in Trópico de Câncer
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Anilinctio
Anilinctio - o mesmo que
anilinctus, anilingus ou anilíngua. Estimulação sexual através de lambidas no ânus.
Há algum tempo, o ato de lamber o ânus alheio, também chamado de
anilíngua ativa, era considerado uma tendência ao
masoquismo ou à coprofilia. Hoje em dia, diz-se que a
anilíngua ativa é considerada apenas mais um
jogo erótico. De acordo com a tradição cristã da Idade Média, o diabo exigia que seus adeptos lhe lambessem o ânus para, dessa forma, expressar-lhe sua submissão. 
O
ato de lamber o ânus representava, para
os cristãos medievais, uma expressão de
submissão ao demônio
»
extraído da enciclopédia underground de
sexo, fetiches, pessoas e putarias
|
enciclopédia
underground
|
|
Há
alguns anos, eu e uma grande amiga minha
tivemos a idéia de criar a enciclopédia
underground de sexo, fetiches, pessoas e
putarias, que serviria para definir
e explicar termos relacionados às
práticas sexuais e à sexologia e que ao
mesmo tempo também apresentaria uma breve
biografia de certas personagens e
personalidades dos universos erótico e
pornográfico. Mas como tudo o que é
legal dá muito trabalho pra ser feito, a
gente parou na letra A.
|
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Niilismo

Revista
Super Interessante, edição de fevereiro
de 2008
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Química VI

Química VI - poesia experimental
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!##########"
!###########!
!###########1
!############!
1#############
!"#############"
!##############!
1##########"'
1#####"'
"""""
|
|
DSM.IV:
Masoquismo e Sadismo
|
DSM.IV
Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders
|
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Masoquismo
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F65.5 - 302.83 - PARAFILIA: MASOQUISMO - DSM.IV
O foco parafílico do Masoquismo Sexual envolve o ato (real, não simulado) de ser humilhado, espancado, atado ou de outra forma submetido a sofrimento. Alguns indivíduos se sentem perturbados por suas fantasias masoquistas, que podem ser invocadas durante o intercurso sexual ou a masturbação, mas não atuadas de outro modo. Nesses casos, as fantasias masoquistas em geral envolvem ser estuprado estando preso ou atado por outros, sem possibilidade de fuga.
Outros agem de acordo com seus desejos sexuais masoquistas por conta própria (por ex., atando a si mesmos, picando-se com alfinetes ou agulhas, auto-administrando choques elétricos ou automutilando-se) ou com um parceiro.
Os atos masoquistas que podem ser buscados com um parceiro incluem contenções (sujeição), colocação de vendas (sujeição sensorial), palmadas, espancamento, açoitamento, choques elétricos, ser cortado, "perfurado e atravessado"
(infibulação) e humilhado (por ex., receber sobre si a urina ou as fezes do parceiro, ser forçado a rastejar e latir como um cão, ou ser submetido a abuso verbal).
O transvestismo forçado pode ser buscado por sua associação com a humilhação. O indivíduo pode ter um desejo de ser tratado como um bebê indefeso e de usar fraldas ("infantilismo"). Uma forma particularmente perigosa de Masoquismo Sexual, chamada "hipoxifilia", envolve a excitação sexual pela privação de oxigênio, obtida por meio de compressão torácica, garrotes, ataduras, sufocação com saco plástico, máscara ou substância química (freqüentemente um nitrito volátil que produz uma redução temporária da oxigenação cerebral pela vasodilatação periférica).
As atividades de privação de oxigênio podem ser executadas a sós ou com um parceiro. Mortes acidentais podem ocorrer devido a mau funcionamento do equipamento, erros na colocação da forca ou da atadura em torno do pescoço ou outros deslizes. Dados dos Estados Unidos, Inglaterra, Austrália e Canadá indicam que uma a duas mortes causadas por hipoxifilia por milhão são detectadas a cada ano.
Alguns homens com Masoquismo Sexual também têm Fetichismo, Fetichismo Transvéstico ou Sadismo Sexual. As fantasias sexuais masoquistas tendem a ter estado presentes na infância. A idade na qual iniciam as atividades masoquistas com parceiros é variável, mas geralmente se situa nos primeiros anos da vida adulta. O Masoquismo Sexual geralmente é crônico, com tendência a repetir o mesmo ato masoquista.
Alguns indivíduos com Masoquismo Sexual podem dedicar-se a atos masoquistas por muitos anos sem um aumento na sua potencial periculosidade. Outros, entretanto, aumentam a gravidade dos atos masoquistas ao longo do tempo ou durante períodos de estresse, podendo acabar em ferimentos ou até mesmo em morte.
Critérios Diagnósticos para F65.5 - 302.83 Masoquismo Sexual
A. Ao longo de um período mínimo de 6 meses, fantasias sexualmente excitantes, recorrentes e intensas, impulsos sexuais ou comportamentos envolvendo o ato (real, não simulado) de ser humilhado, espancado, atado ou de outra forma submetido a sofrimento.
B. As fantasias, impulsos sexuais ou comportamentos causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo. |
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Sadismo
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F65.5-302.84 - (Parafilia) SADISMO - DSM.IV
O foco parafílico do Sadismo Sexual envolve atos (reais, não simulados) nos quais o indivíduo deriva excitação sexual do sofrimento psicológico ou físico (incluindo humilhação) da vítima.
Alguns indivíduos com esta Parafilia se sentem perturbados por suas fantasias sádicas, que podem ser invocadas durante a atividade sexual mas não são atuadas de outro modo; nesses casos, as fantasias sádicas envolvem, habitualmente, o completo controle sobre a vítima, que se sente aterrorizada ante o ato sádico iminente.
Outros atuam segundo seus anseios sádicos com um parceiro que consente em sofrer dor ou humilhação (e que pode ter Masoquismo Sexual). Outros, ainda, colocam em prática seus anseios sexuais sádicos com vítimas que não dão consentimento. Em todos esses casos, o que causa excitação sexual é o sofrimento da vítima.
As fantasias ou atos sádicos podem envolver atividades que indicam o domínio do indivíduo sobre a vítima (por ex., forçar a vítima a rastejar ou mantê-la em uma jaula). Os indivíduos também podem atar, vendar, dar palmadas, espancar, chicotear, beliscar, bater, queimar, administrar choques elétricos, estuprar, cortar, esfaquear, estrangular, torturar, mutilar ou matar a vítima. As fantasias sexuais sádicas tendem a ter estado presentes na infância. A idade de início das atividades sádicas é variável, mas habitualmente ocorre nos primeiros anos da vida adulta.
O Sadismo Sexual geralmente é crônico. Quando o Sadismo Sexual é praticado com parceiros que não consentem com a prática, a atividade tende a ser repetida até que o indivíduo com Sadismo Sexual seja preso. Alguns indivíduos com Sadismo Sexual podem dedicar-se a atos sádicos por muitos anos, sem necessidade de aumentar o potencial de infligir sérios danos físicos.
Geralmente, entretanto, a gravidade dos atos sádicos aumenta com o tempo. Quando o Sadismo Sexual é severo, e especialmente quando está associado com Transtorno da Personalidade Anti-Social, os indivíduos podem ferir gravemente ou matar suas vítimas.
Critérios Diagnósticos para F65.5 - 302.84 Sadismo Sexual
A. Ao longo de um período mínimo de 6 meses, fantasias sexualmente excitantes, recorrentes e intensas, impulsos sexuais ou comportamentos envolvendo atos (reais, não simulados) nos quais o sofrimento psicológico ou físico (incluindo humilhação) da vítima é sexualmente excitante para o indivíduo.
B. As fantasias, impulsos sexuais ou comportamentos causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo. |
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Sadomasoquismo
não existe?
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Hoje
Hoje,
com vocês, o primeiro capítulo do Manual
Bloodpack do Psicopata Amador: Siglas
para entender e expressar sua psicopatia.
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Obscenidades
de Brecht
| O coito e a sauna
Melhor é foder primeiro, e então banhar.
Esperas que, curva, sobre o balde se ajeite
O traseiro nu miras com deleite
E tocas-lhe entre as coxas a reinar.
Mantém-na em posição, mas logo após
Assento no piço lhe seja permitido
Se duche quiser na cona, invertido.
Depois, claro, seguindo nossos avós,
Serve ela no banho. As pedras põe a apitar
Com bátega rápida (que a água ferva)
Com tenra bétula te açoita e corado
Em balsâmico vapor mais esquentado
A pouco e pouco te deixas refrescar
Suando agora a fodança em caterva.
Bertolt Brecht
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Faye Runaway
Faye Runaway é o nome dessa linda bocetinha
modelo e atriz de cinema pornô. A
primeira vez em que eu vi a Faye foi no videoclip
Moneymaker, da Rilo Kiley e
desde então, sempre que eu vejo essa
garota eu penso que deveria ser proibido
uma mulher ser tão perfeitinha, com um
sorrisinho tão meigo e um corpo tão bem
torneado assim: a Faye é uma dessas
garotas que esfregam na nossa cara o fato
de que peitinhos pequenos -- daqueles que
cabem inteiros na boca -- muitas vezes
não ficam nem um pouco atrás do desejado
padrão mamífero americano de qualidade.
Com essa eu caso e ainda nem discuto se
ela deixar as calcinhas molhadas
penduradas no registro do chuveiro.
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Velvet
Underground
| Heroin
I
don't know just where I'm going
But I'm gonna try for the kingdom,
if I can
'Cos it makes me feel like I'm a
man
When I put a spike into my vein
And I'll tell ya, things aren't
quite the same
When I'm rushing on my run
And I feel just like Jesus' son
And I guess that I just don't know
And I guess that I just don't know
I
have made the big decision
I'm gonna try to nullify my life
'Cos when the blood begins to flow
When it shoots up the dropper's
neck
When I'm closing in on death
And you can't help me now, you
guys
And all you sweet girls with all
your sweet talk
You can all go take a walk
And I guess that I just don't know
And I guess that I just don't know
I
wish that I was born a thousand
years ago
I wish that I'd sail the darkened
seas
On a great big clipper ship
Going from this land here to that
In a sailor's suit and cap
Away from the big city
Where a man can not be free
Of all of the evils of this town
And of himself, and those around
Oh, and I guess that I just don't
know
Oh, and I guess that I just don't
know
Heroin,
be the death of me
Heroin, it's my wife and it's my
life
Because a mainer to my vein
Leads to a center in my head
And then I'm better off and dead
Because when the smack begins to
flow
I really don't care anymore
About all the Jim-Jim's in this
town
And all the politicians makin'
crazy sounds
And everybody puttin' everybody
else down
And all the dead bodies piled up
in mounds
'Cos
when the smack begins to flow
Then I really don't care anymore
Ah, when the heroin is in my blood
And that blood is in my head
Then thank God that I'm as good as
dead
Then thank your God that I'm not
aware
And thank God that I just don't
care
And I guess I just don't know
And I guess I just don't know
Velvet
Underground
Baixe
o MP3 de Heroin, de Velvet
Underground (4.28MB)
Ouça
Heroin, de Velvet
Underground, no YouTube
Leia
a tradução de Heroin, de
Velvet Underground
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Química V
Bisbilhotando
o blog da minha amiga Anna
Clara, que
engana a todos dizendo em seu perfil que
é uma pessoa sem graça e sem estilo (e
que tem um professor de iranologia que
não vale uma arroba de esterco), li o
seguinte:
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poema água
com açúcar |
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H2O
C12H22O11 |
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Tânia Gabrielli-Pohlmann |
E esse poema me fez lembrar de uma imagem
que eu compus há uns dois anos, para uma
série que eu chamei de Química:

Química V - poesia experimental
de Jack Sk.
Pois é, isso é apenas pra reforçar o
fato de que o momento de cada pessoa afeta
radicalmente a eternidade de seus
pensamentos.
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Bom dia
Passei
a madrugada acordado, zapeando a Tv entre
lutas reprisadas e mulheres fazendo
strip-tease, dormi quando já era quase de
manhã e acordei apenas pra me dar conta
de que eu suei o sono inteiro e que metade
do dia já havia se passado.
Às vezes eu me pego pensando: "pra
que acordar?"
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Memórias:
Uma casa imensa, onde
muita gente já viveu e foi embora.
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Exatas
Como a Net está fora do ar desde as 14h e
eu não posso me alienar mais ainda
assistindo meus seriados mórbidos
favoritos, lá vou eu meter a porra da
cara em mais trabalho: tentar quantificar
umas coisas a partir das quais pretende-se
estabelecer uma gama de previsões
baseadas em probabilidades e
estatísticas. Se der certo talvez
seja o começo de uma idéia interessante,
mas se não der eu certamente vou
me foder, pra variar um pouco. Como eu sou
legal, fui olhar se achava no site da Livraria
Cultura alguns dos títulos, para o
caso de você, meu caro leitor sem par,
ter pena de mim e querer se lascar um
pouco também, mofando com a fuça enfiada
dentro de vários livros e fazendo seus
amigos nerds morrerem de inveja da sua
biblioteca de exatas:
Teoria
dos Jogos, Ronaldo Fiani, Editora
Campus;
Game
Theory, Jean Tirole & Drew
Fudenberg, MIT Press;
A
course in Game Theory, Ariel
Rubinstein & Martin J. Osborne, MIT
Press II;
Time
Serie Analysis, James D. Hamilton,
IE-Princeton
Estatística
para ciências humanas, Alan J. Fox
& Jack Levin, Prentice Hall Brasil;
Curso
de estatística, Jairo S. da Fonseca
& Gilberto A. Martins, Editora Atlas;
Estatística
para as ciências sociais, Wlademir
Pereira et al, Editora Saraiva;
Estatística
prática para as ciências da saúde,
Marques Vidal, Editora Lidel.
Reparem bem no nome de um dos autores do
segundo título, desejem-me boa sorte e
que D'us tenha piedade de minh'alma.
|
Eu acho que eu
vi um gatinho...
Eu tenho mania de colecionar imagens de
Raios-X bizarras. Entenda por bizarra
uma imagem que traga consigo algum tipo de
conceito, novidade ou algo que o valha.
Hoje, lendo meus e-mails, encontrei uma
notícia enviada por uma amiga que sabe
desse meu interesse. O e-mail trazia a
notícia de uma cobra píton que engolira
numa só bocada, um gatinho de estimação
de oito semanas que marcava bobeira no
jardim de uma família australiana. O
réptil-psicopata-felinocida fora
encontrado pela dona do bichano, Taara
McLaren, de 14 anos, com a pança cheia. A
fonte é o site inglês Daily
Mail e a história,
narrada por Julian Gavaghan.
E assim, mais uma vez, só pra deixar Uncle
Darwin feliz, o mais adaptado,
obviamente, sobreviveu.
|
Savage Skin
Se você curte fotografia artística --
especialmente P&B -- e se interessa
por cenas freak e/ou fetichistas, conheça
o trabalho do fotógrafo britânico Ashley,
em seu website Savage
Skin.
Eu acho que vale a visita.
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Menina do Rio
(Grande do Sul)
Gisele Bündchen, uma das gauchinhas mais
apreciadas deste e daquele lado do Equador
está ficando cada dia melhor e mais
sem-vergonha, o que pra mim trata-se de um
predicado extremamente relevante em uma
portadora de cromossomos XX. Certamente
são os efeitos do tempo fazendo-se valer
no corpo e na cabeça da loira.
Isso é pra quem acredita que a idade
chega pra estragar uma mulher.
|
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no Fashion Rio
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Lembrando
Vou
continuar mantendo a proposta de linkar
posts antigos que eu acredite terem algum
tipo de relação com os posts atuais,
porque enchi o saco de ficar separando
tudo por categoria. Além do mais, acho
que passa a ter mais sentido (se é que
esta porra de blog já teve isso algum
dia).
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Outro mês
Outro mês
que se foi, outro mês que começa. Um
mês novo, com layout novo, porque o mundo
deste mês não é o mesmo mundo dos meses
que se passaram. Um pensamento velho numa
cabeça nova, que ainda não sabe se um
dia vai se cansar de pensar sempre as
mesmas coisas neste mundo que insiste em
continuar girando: novas paisagens e os
mesmos velhos olhos.
Às vezes é bom ser assim.
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Blood
Pack é escrito e produzido por
Jack Skellington. Você pode reproduzir os meus textos
onde quiser, mas cite a fonte. Se você gostou do que
leu aqui, escreva um e-mail
comentando, pra gente conversar. Se não gostou, nem perca
tempo tentando me azucrinar, pois eu não vou estar nem
aí pra tua crítica. Se curtiu o blog, indique-o para os
seus inimigos. Se não curtiu, vá tomar no cu e não volte
mais aqui, que você ganha mais. |
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Since September 17, 2007
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