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7 episódios
de Grande sertão: veredas
Bem, agora vou ouvir os 71 minutos e
8 segundos de João Guimarães
Rosa - 7 episódios de Grande
sertão: veredas, nas vozes de
Antonio Candido, Davi Arrigucci Jr.
e José Mindlin. O CD foi gravado em
comemoração aos 50 anos da obra de
Rosa.
Se quiser, clique
aqui e baixe o MP3 da "Canção
de Siruiz", que compõem a
segunda faixa desse CD, composta por
Luiz Henrique Xavier e adaptação e interpretada
por Antonio Candido. A canção começa com sons do sertão, quando a voz
de Antonio começa a surgir e entoar
os versos: "Urubu é vila alta,/ mais idosa do sertão:/ padroeira, minha vida -/ vim de lá, volto mais não.../ Vim de lá, volto mais não?..// Corro os dias nesses verdes,/ meu boi mocho baetão:/ burití – água azulada,/ carnaúba – sal do chão...// Remanso de rio largo,/ viola da solidão:/ quando vou p`ra dar batalha,/ convido meu coração..."
Então tá. Fui.
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Poker Addict
Taí
outra tattoo que deve ficar muito
interessante.
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Le Bateau ivre
| O
barco ébrio
Quando eu atravessava os Rios impassíveis,
Senti-me libertar dos meus rebocadores.
Cruéis peles-vermelhas com uivos terríveis
Os espetaram nus em postes multicores.
Eu era indiferente à carga que trazia,
Gente, trigo flamengo ou algodão inglês.
Morta a tripulação e finda a algaravia,
Os Rios para mim se abriram de uma vez.
Imerso no furor do marulho oceânico,
No inverno, eu, surdo como um cérebro infantil,
Deslizava enquanto as Penínsulas em pânico
Viam turbilhonar marés de verde e anil.
O vento abençoou minhas manhãs marítimas.
Mais leve que uma rolha eu dancei nos lençóis
Das ondas a rolar atrás de suas vítimas,
Dez noites, sem pensar nos olhos dos faróis!
Mais doce que as maçãs parecem aos pequenos,
A água verde infiltrou-se no meu casco ao léu.
E das manchas azulejantes dos venenos
E vinhos me lavou, livre de leme e arpéu.
Então eu mergulhei nas águas do Poema
Do Mar, sarcófago de estrelas latescente,
Devorando os azuis onde às vezes - dilema
Lívido - um afogado afunda lentamente;
Onde, tingindo azulidades com quebrantos
Em ritmos lentos sob o rutilante albor,
Mais fortes que o álcool, mais vastas que os nossos prantos,
Fermentam de amargura as rubéolas do amor!
Conheço os céus crivados de clarões, as trombas,
Ressacas e marés: conheço o entardecer,
A aurora em explosão como um bando de pombas,
E algumas vezes vi o que o homem quis ver!
Eu vi o sol baixar, sujo de horrores místicos,
Iluminando os longos túmulos glaciais;
Como atrizes senis em palcos cabalísticos,
Ondas rolando ao longo os frêmitos de umbrais!
Sonhei que a noite verde em neves alvacentas
Beijava, lenta, o olhar dos mares com mil coros,
Soube a circulação das seivas suculentas
E o acordar louro e azul dos fósforos canoros!
Por meses eu segui, tropel de vacarias
Histéricas, o mar estuprando as areias,
Sem esperar que aos pés de ouro das Marias
Esmorecesse o ardor dos Ocenos sem peias!
Cheguei a visitar as Flóridas perdidas
Com olhos de jaguar florindo em epidermes
De homens! Arco-íris tensos como bridas
No horizonte do mar de glaucos paquidermes.
Vi fermentarem pântanos imensos, ansas
Onde apodrecem Leviatãs distantes!
O desmoronamento da água nas bonanças
E abismos a se abrir no caos, cataratantes!
Geleiras, sóis de prata, ondas e céus cadentes!
Naufrágios abissais na tumba dos negrumes,
Onde, pasto de insetos, tombam as serpentes
Dos curvos cipoais, com pérfidos perfumes!
Ah! Se as crianças vissem o dourar das ondas,
Áureos peixes do mar azul, peixes cantantes...
- As espumas em flor minaram minhas rondas
E as brisas da ilusão me alaram por instantes.
Mártir de pólos de zonas misteriosas,
O mar a soluçar cobria meus artelhos
Com flores fantasmais de pálidas ventosas
E eu, como uma mulher, me punha de joelhos...
Quase ilha a balouçar entre borras e brados
De gralhas tagarelas com olhar de gelo,
Eu vogava, e por minha rede os afogados
Passavam, a dormir, descendo a contrapelo.
Mas eu, barco perdido em baías e danças,
Lançado no ar sem pássaros pela torrente,
De quem os Monitores e os arpões das Hansas
Não teriam pescado o casco de aguardente;
Livre, fumando em meio às virações inquietas,
Eu que furava o céu violáceo como um muro
Que mancham, acepipe raro aos bons poetas,
Líquens de sol e vômitos de azul escuro;
Prancha louca a correr com lúnulas e faíscas
E hipocampos de breu, numa escolta de espuma,
Quando os sóis estivais estilhaçam em riscas
O céu ultramarino e seus funis de bruma;
Eu que tremia ouvindo, ao longe, a estertorar,
O cio dos Behemóts e dos Maelstroms febris
Fiandeiro sem fim dos marasmos do mar,
Anseio pela Europa e os velhos peitoris!
Eu vi os arquipélagos astrais! e as ilhas
Que o delírio dos céus desvela ao viajor:
- É nas noites sem cor que te esqueces e te ilhas,
Milhão de aves de ouro, ó futuro Vigor?
Sim, chorar eu chorei! São mornas as auroras!
Toda lua é cruel e todo sol, engano:
O amargo amor opiou de ócios minhas horas.
Ah! que esta quilha rompa! Ah! que me engula o oceano!
Da Europa a água que eu quero é só o charco
Negro e gelado onde, ao crepúsculo violeta,
Um menino tristonho arremesse o seu barco
Trêmulo como a asa de uma borboleta.
No meu torpor, não posso, ó vagas, as esteiras
Ultrapassar das naves cheias de algodões,
Nem vencer a altivez das velas e bandeiras,
Nem navegar sob o olho torvo dos pontões.
Jean-Nicholas Arthur Rimbaud
Esse é, na minha opinião, um dos
mais belos e intensos poemas já
escritos na história da
humanidade... Simplesmente perfeito. |
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Fatias Humanas

Corpos humanos para
estudos, fatiados e submetidos ao processo
de polimerização.
Para a realização desse processo, os
cadáveres são inicialmente embalsamados para preservação dos tecidos.
Depois passam por uma desidratação por imersão em
acetona, que preenche o corpo,
substituindo os líquidos corporais para
posteriormente ser eliminada na forma de vapor em uma câmara a vácuo. Em
seguida, é aplicada uma solução de polímeros em silicone líquido.
O processo é finalizado com a aplicação de um composto que enrijece o silicone, dando aos tecidos uma consistência plástica.
O procedimento permite selecionar as cores desejadas para cada parte do corpo, que se torna inodoro, e garante longa durabilidade aos tecidos.
Pois é, nem dá pra fazer um sanduíche.
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Ask me
Do
you care? Ô.Ô
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voltando...
Este humilde canto ensangüentado esteve
um pouco abandonado nesta semana. Isso
aconteceu porque eu passei as últimas
duas noites envolvido em um trabalho com
moradores de rua. Felizmente, como não
mais do que meia-dúzia de pessoinhas
lêem esta joça, já estou de volta e
ninguém notou a minha subliminar
ausência.
Rá!
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avis rara
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Edições
raras de Ulysses, de James Joyce
(porque olhar não custa nada) |
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Joyce, por
Jack
Trecho
inicial de "Finnegans Wake", do
escritor irlandês James Joyce, traduzido por
Jack Sk.
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"riverrun, past Eve and
Adam´s, from swerve of shore to bend of bay, bring us by a commodius vicus of recirculation back to Howth Castle and
Environs." |
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James
Joyce (1882-1941), in Finnegans Wake |
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"rioquecorre após Eva e Adão, do súbito desvio da costa
até a curva da baía, nos conduz a um círculo vicioso de
recirculação queretorna ao Castelo de Howth e
Proximidades." |
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James
Joyce (1882-1941), in Finnegans Wake |
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Clube da Luta
Senhores,
bem-vindos ao Clube da Luta.
A primeira regra do Clube da Luta é:
nunca fale sobre o Clube da Luta.
A segunda regra do Clube da Luta é:
nunca fale sobre o Clube da Luta.
A terceira regra do Clube da Luta: se alguém grita,
pára… esperneia ou bate no chão…
a luta termina.
A quarta regra: só duas pessoas por luta.
A quinta regra: uma luta de cada vez.
Sexta regra: nada de camisas e sapatos.
Sétima regra: as lutas duram o que tiverem de durar.
E a oitava e última regra: se esta for a sua primeira noite no Clube…
você têm de lutar.
Fight
Club, 140 min., EUA, 1999, Fox 2000 Pictures / Regency Enterprises,
Direção de David Fincher, Roteiro de Jim Uhls, baseado na obra de Chuck Palahniuk.
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Nada
| Nada
Nada.
Nada não é nada,
mas na minhas palavras, nada é tudo.
Nada é tudo, apenas porquê acho,
que achar que nada é nada,
deixa o tudo com cara-de-tacho.
Nada não é vermelho como o amor,
se nada não for nada.
Mas meu nada diz sempre algo,
porque o meu nada, tem cor.
O meu nada não é vermelho,
não é azul, não é amarelo.
Não é preto, não aparece no espelho.
O meu nada é da cor que eu pintar,
apenas porque é o MEU nada.
E se você quer diferente nada, imaginar,
que peça um nada pra alguma fada.
Aliás essa poesia, vejam só: é a maior expressão do nada.
Pois aqui nada se diz, e repare que a poesia flui.
Como a fala fluente de um mudo,
flui até bem, mas não diz nada,
pois nem mesmo virando tudo,
o nada, aqui, se conclui.
Jack Sk. |
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Heartbreaker

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Traduzindo
ladino-judeu
Trecho
do poema em ladino-judeu "Estrofes de
José, o Prudente",
de Abraham de Toledo,
poeta sefardi do século XV, traduzido por
Jack Sk.
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Louvarás,
bendizerás
Ao Deus alto e abençoado;
Deste mundo salvarás
As coisas do passado. |
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Serás
guardado do estorvo
Com toda a vossa família,
E nunca verás estorvo
Senão toda a alegria. |
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Voyeur
Ela
sabe que tem gente vendo e mesmo assim
não fecha a janela.
Mulher é foda.
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Poemas
Poema sobre as caveiras
As caveiras descarnadas
São a minha companhia,
Trago-as de noite e de dia
Na memória retratadas
Muitas foram respeitadas
No mundo por seus talentos,
E outros vãos ornamentos,
Que serviram á vaidade,
E talvez... na eternidade
Sejam causa de seus tormentos.
Poema sobre a existência
Aonde vais, caminhante, acelerado?
Pára... não prossigas mais avante;
Negócio, não tens mais importante,
Do que este, à tua vista apresentado.
Recorda quantos desta vida tem passado,
Reflecte em que terás fim semelhante,
Que para meditar causa é bastante
Terem todos mais nisto parado.
Pondera, que influído d'essa sorte,
Entre negociações do mundo tantas,
Tão pouco consideras na morte;
Porém, se os olhos aqui levantas,
Pára...porque em negócio deste porte,
Quanto mais tu parares, mais adiantas.
Poemas
extraídos do interior da Capela de
Ossos, em Évora, Portugal.
O segundo poema é atribuído ao
Padre António da Ascensão Teles. |
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Capela de
Ossos

A Capela dos Ossos é um dos mais
conhecidos monumentos de Évora, em
Portugal. Está situada na Igreja
de São Francisco. Foi construída no
século XVII por iniciativa de três
monges que, dentro do espírito da altura
(contra-reforma religiosa, de acordo com
as normativas do Concílio
de Trento), pretenderam transmitir a
mensagem da transitoriedade da vida, tal
como se depreende do célebre aviso à
entrada: “Nós ossos que aqui estamos
pelos vossos esperamos”. A capela,
construída no local do primitivo dormitório
fradesco é formada por 3 naves de 18,70m
de comprimento e 11m de largura, entrando
a luz por três pequenas frestas do lado
esquerdo. As suas paredes e os oito
pilares estão "decorados" com
ossos e caveiras ligados por cimento
pardo. As abóbadas são de tijolo
rebocado a branco, pintadas com motivos
alegóricos à morte. É um monumento de
uma arquitetura penitencial de arcarias
ornamentadas com filas de caveiras,
cornijas e naves brancas. Foi calculado à
volta de 5.000, provenientes dos cemitérios,
situados em igrejas e conventos da cidade.
A capela era dedicada ao Senhor dos
Passos, imagem conhecida na cidade como
Senhor Jesus da Casa dos Ossos, que
impressiona pela expressividade com que
representa o sofrimento de Cristo, na sua
caminhada com a cruz até ao calvário.
Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Capela_dos_Ossos
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Picolé de
sangue de vaca

Estados Unidos - 18h34min - Naba, uma
leoa de quatro anos, ganha um picolé
de sangue de vaca para suportar o calor no
Zoológico Nacional, em Washington.
As temperaturas na região se aproximam
dos 37°C.
Fonte:
http://noticias.terra.com.br
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Química VII:
foo dogs

Química
VII: foo dogs - poesia experimental de Jack
Sk.
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DSM.IV:
Personalidade Anti-Social
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DSM.IV
Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders
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Transtorno de Personalidade
Anti-Social
»
F60.2 - 301.7 - PERSONALIDADE ANTI-SOCIAL -
DSM.IV
Características Diagnósticas
A característica essencial do Transtorno da Personalidade Anti-Social é um padrão invasivo de desrespeito e violação dos direitos dos outros, que inicia na infância ou começo da adolescência e continua na idade adulta.
Este padrão também é conhecido como psicopatia, sociopatia ou transtorno da personalidade
dissocial. Uma vez que o engodo e a manipulação são aspectos centrais do Transtorno da Personalidade Anti-Social, pode ser de especial utilidade integrar as informações adquiridas pela avaliação clínica sistemática com informações coletadas a partir de fontes colaterais.
Para receber este diagnóstico, o indivíduo deve ter pelo menos 18 anos (Critério B) e ter tido uma história de alguns sintomas de Transtorno da Conduta antes dos 15 anos (Critério C).
O Transtorno da Conduta envolve um padrão de comportamento repetitivo e persistente, no qual ocorre violação dos direitos básicos dos outros ou de normas ou regras sociais importantes e adequadas à idade. Os comportamentos específicos característicos do Transtorno da Conduta ajustam-se a uma dentre quatro categorias: agressão a pessoas e animais, destruição de propriedade, defraudação ou furto, ou séria violação de regras.
O padrão de comportamento anti-social persiste pela idade adulta. Os indivíduos com Transtorno da Personalidade Anti-Social não se conformam às normas pertinentes a um comportamento dentro de parâmetros legais (Critério A1). Eles podem realizar repetidos atos que constituem motivo de detenção (quer sejam presos ou não), tais como destruir propriedade alheia, importunar os outros, roubar ou dedicar-se à contravenção.
As pessoas com este transtorno desrespeitam os desejos, direitos ou sentimentos alheios. Freqüentemente enganam ou manipulam os outros, a fim de obter vantagens pessoais ou prazer (por ex., para obter dinheiro, sexo ou poder) (Critério A2). Podem mentir repetidamente, usar nomes falsos, ludibriar ou fingir. Um padrão de impulsividade pode ser manifestado por um fracasso em planejar o futuro (Critério A3).
As decisões são tomadas ao sabor do momento, de maneira impensada e sem considerar as conseqüências para si mesmo ou para outros, o que pode levar a mudanças súbitas de empregos, de residência ou de relacionamentos. Os indivíduos com Transtorno da Personalidade Anti-Social tendem a ser irritáveis ou agressivos e podem repetidamente entrar em lutas corporais ou cometer atos de agressão física (inclusive espancamento do cônjuge ou dos filhos) (Critério A4).
Os atos agressivos cometidos em defesa própria ou de outra pessoa não são considerados evidências para este quesito. Esses indivíduos também exibem um desrespeito imprudente pela segurança própria ou alheia (Critério A5), o que pode ser evidenciado pelo seu comportamento ao dirigir (excesso de velocidade recorrente, dirigir intoxicado, acidentes múltiplos). Eles podem engajar-se em um comportamento sexual ou de uso de substâncias com alto risco de
conseqüências danosas. Eles podem negligenciar ou deixar de cuidar de um filho, de modo a colocá-lo em perigo.
Os indivíduos com Transtorno da Personalidade Anti-Social também tendem a ser consistente e extremamente irresponsáveis (Critério A6).
O comportamento laboral irresponsável pode ser indicado por períodos significativos de desemprego apesar de oportunidades disponíveis, ou pelo abandono de vários empregos sem um plano realista de conseguir outra colocação. Pode também haver um padrão de faltas repetidas ao trabalho, não explicadas por doença própria ou na família.
A irresponsabilidade financeira é indicada por atos tais como inadimplência e deixar regularmente de prover o sustento dos filhos ou de outros dependentes. Os indivíduos com Transtorno da Personalidade Anti-Social demonstram pouco remorso pelas
conse- qüências de seus atos (Critério A7). Eles podem mostrar-se indiferentes ou oferecer uma racionalização superficial para terem ferido, maltratado ou roubado alguém (por ex., "a vida é injusta", "perdedores merecem perder" ou "isto iria acontecer de qualquer modo").
Esses indivíduos podem culpar suas vítimas por serem tolas, impotentes ou por terem o destino que merecem; podem minimizar as conseqüências danosas de suas ações, ou simplesmente demonstrar completa indiferença. Estes indivíduos em geral não procuram compensar ou emendar sua conduta. Eles podem acreditar que todo mundo está aí para "ajudar o número um" e que não se deve respeitar nada nem ninguém, para não ser dominado.
O comportamento anti-social não deve ocorrer exclusivamente durante o curso de Esquizofrenia ou de um Episódio Maníaco (Critério D).
Critérios Diagnósticos para F60.2 - 301.7 Transtorno da Personalidade Anti-Social
A. Um padrão invasivo de desrespeito e violação dos direitos dos outros, que ocorre desde os 15 anos, como indicado por pelo menos três dos seguintes critérios:
(1) fracasso em conformar-se às normas sociais com relação a comportamentos legais, indicado pela execução repetida de atos que constituem motivo de detenção
(2) propensão para enganar, indicada por mentir repetidamente, usar nomes falsos ou ludibriar os outros para obter vantagens pessoais ou prazer
(3) impulsividade ou fracasso em fazer planos para o futuro
(4) irritabilidade e agressividade, indicadas por repetidas lutas corporais ou agressões físicas
(5) desrespeito irresponsável pela segurança própria ou alheia
(6) irresponsabilidade consistente, indicada por um repetido fracasso em manter um comportamento laboral consistente ou honrar obrigações financeiras
(7) ausência de remorso, indicada por indiferença ou racionalização por ter ferido, maltratado ou roubado outra pessoa
B. O indivíduo tem no mínimo 18 anos de idade.
C.
Existem evidências de Transtorno da Conduta com início antes dos 15 anos de idade.
D.
A ocorrência do comportamento anti-social não se dá exclusivamente durante o curso de Esquizofrenia ou Episódio Maníaco.
Por enquanto, pra não encher o
saco com muito texto, ficam essas
informações sobre como
reconhecer seu amigo psicopata.
Em breve eu vou postar, ainda a
respeito deste tipo de
personalidade, os seguintes
aspectos:
- Características e Transtornos Associados
- Características Específicas à Cultura, à Idade e ao Gênero
- Prevalência
- Curso
- Padrão Familial
- Diagnóstico Diferencial
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Acabo de me lembrar de que eu
preciso fazer a barba. |
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Fitzroy
& Finn
Fitzroy
& Finn, dois artistas ingleses, publicaram a série de
posters acima inspirados na obra de Georges
Perec e do OuLiPo,
um movimento cuja pro- posta literária eu
curto muito e do qual eu certamente teria
feito parte se eu fosse francês, já
tivesse nascido e soubesse escrever na
década de 1960 e fosse um pouquinho só
mais inteligente.
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Poema
Nupcial
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Pensamento

Jack Sk.
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Três dias
para Bloom
Em 2008, o Bloomsday paulistano, evento
que celebra anualmente a obra do escritor
irlandês James Joyce – criado em 1988
por Haroldo de Campos e organizado, hoje,
por Marcelo Tápia e Ivan de Campos –
chega à sua 21ª edição, com uma
programação especial que incluirá dois
dias de atividades na Casa das Rosas –
Espaço Haroldo de Campos de Poesia e
Literatura, e a tradicional comemoração
literário-musical no Finnegan´s Pub.
Durante os dias 14 e 15
de junho (sábado e domingo), a Casa das
Rosas abrigará uma série de palestras
sobre a obra de Joyce, bem como apresentações
musicais e leituras dramáticas, além de
uma atividade com crianças.
No dia 16 de junho (o
Bloomsday propriamente dito), a comemoração
no Finnegan´s Pub focalizará o episódio
“Éolo” do romance Ulisses, de
Joyce, com leitura de fragmento no
original (incluindo-se audição de
leitura gravada pelo próprio Joyce), em
português e em outras línguas. As ressonâncias
da obra de Joyce na literatura brasileira
também serão tema da comemoração, com
leituras de textos de Haroldo de Campos,
João Guimarães Rosa, Oswald de Andrade,
Mário de Andrade, João Ubaldo Ribeiro,
Paulo Leminski e Clarice Lispector. Haverá,
ainda, apresentações musicais.
Como nos anos anteriores, será
oferecida aos presentes uma edição
comemorativa do Bloomsday 2008, publicada
pela Editora Olavobrás. E será entregue
o “Prêmio Jameson Irish Whiskey” a três
personalidades que têm colaborado para a
difusão da cultura irlandesa no Brasil.
Fonte:
http://www.cronopios.com.br
Clique
Aqui para ler a
reportagem completa
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Cheshire Cat

Hand-inked, hand-painted, limited-edition cel portrays scene 18 from Sequence 7.5 of Alice in Wonderland (1951). Produced in the tradition of the Walt Disney Studios Ink and Paint Department, each cel features 1 xerographic and 3 hand-inked line colors, and 10 paint colors and is paired with a fine-art giclee background inspired by the original animation painting used in production of the film.
Gostou? A World
Wide Art Inc. vende pra você.
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Blood
Pack é escrito e produzido por
Jack Skellington. Você pode reproduzir os meus textos
onde quiser, mas cite a fonte. Se você gostou do que
leu aqui, escreva um e-mail
comentando, pra gente conversar. Se não gostou, nem perca
tempo tentando me azucrinar, pois eu não vou estar nem
aí pra tua crítica. Se curtiu o blog, indique-o para os
seus inimigos. Se não curtiu, vá tomar no cu e não volte
mais aqui, que você ganha mais. |
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Since September 17, 2007
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